quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O Mistério Candle Cove



O que você lerá a seguir é uma creepypasta, ou seja, lendas modernas difundidas pela internet, por fóruns, e-mails e redes sociais. Normalmente podem ser fictícias, sem provas ou fontes confiáveis, ficando assim apenas como um conto de terror, mas… e se forem reais?

Hoje abordaremos a sugestão do leitor Micos E Pegadinhas, contando o misterioso caso do programa infantil Candle Cove, ou Vela da Enseada, que foi supostamente um programa infantil de TV estrelado por marionetes e exibido durante um curto período de tempo, segundo relatos este período compreende os anos 70 e 72 uma vez que as fontes não conseguem estabelecer uma data concreta.

A polêmica a cerca do programa é muito complexa por muitos motivos, um dos mais intrigantes é o fato de que muitas pessoas sequer conseguiram assistir ao seriado, pois enxergavam somente chuvisco na tela, enquanto os que conseguiam ver o programa afirmam que ele possuía um conteúdo bizarro, motivo este de fobia a muitos telespectadores hoje já adultos.

Na realidade por se tratar de uma creepypasta, pouco se acredita que o programa de fato um dia existiu, contudo é muito estranho notar que muitas pessoas afirmam ter recordações muito vivas dele, divergindo minimamente mas sempre no fim acabam chegando a um consenso, todos os antigos telespectadores lembram-se dos personagens como feias marionetes feitas de material barato e sem muito cuidado e todos ficam aterrorizados com a lembrança de um episódio onde a única protagonista humana apenas chorava e todos os bonecos pareciam sofrer espasmos violentos como se estivessem possuídos.

                     CONFIRA AGORA O TRECHO DE UM SUPOSTO EPISÓDIO DA SÉRIE:


Agora que vocês já assistiram o vídeo vou-lhes mostrar uma discussão que surgiu em um fórum sobre televisão norte-americana, a princípio trata-se de lembranças de algumas pessoas sobre um antigo show local infantil que foi ao ar na década de 70 em alguns locais dos EUA.
NETNOSTALGIA FÓRUM – TELEVISÃO (TV LOCAL)
Skyshale033 Skyshale033
Assunto: Candle Cove – Show infantil local?
Alguém se lembra desse programa infantil? Se chamava Candle Cove (enseada da vela), e eu devia ter 6 ou 7 anos. Eu nunca encontrei qualquer referência sobre ele, eu acho que foi exibido em uma estação local por volta de 1971 ou 1972. Eu vivia em Ironton naquele tempo. Eu não me lembro qual estação, mas eu me lembro que passava num horário estranho, tipo 04:00 da tarde.

mike_painter65 mike_painter65
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local?
parece muito familiar para mim….. eu cresci fora de Ashland e tinha 9 anos de idade em 72. Candle cove… era sobre piratas? Lembro de uma marionete de pirata na boca de uma caverna conversando com uma menina

Skyshale033 Skyshale033
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local?
SIM! OK eu não sou louco! Lembro-me do pirata Percy. Eu meio que sempre tive medo dele. Parecia que ele era feito a partir de peças de outros bonecos, negócio de baixo orçamento. Sua cabeça parecia de uma boneca de porcelana antiga, parecia uma antiguidade que não pertencia bem naquele corpo. Eu não me lembro qual estação que passava! Embora não acho que foi na WTSF.

Jaren_2005 Jaren_2005
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local?
Desculpe ressuscitar este tópico antigo, mas eu sei exatamente que programa que você quer dizer, Skyshale. Acho que candle cove foi ao ar por apenas alguns meses em 71, não, 72. Eu tinha 12 anos, e eu o assisti algumas vezes com meu irmão. Era no canal 58, mas sei lá de que estação que era. Minha mãe me deixava mudar para ele após o noticiário. Deixe-me ver do que mais me lembro.
Se passava na Enseada da Vela (Candle cove) e era sobre uma menina que se imaginava ser amiga com os piratas. O navio pirata era chamado de Laughingstock (Ridículo) e o Pirata Percy não era muito bom pirata, porque ele se assustava com muita facilidade. E havia música de um caliópe tocando constantemente. Não lembro o nome da menina. Janice ou Jade ou algo assim. Acho que era Janice.

Skyshale033 Skyshale033 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? Obrigado Jaren! Memórias me inundaram quando você mencionou o navio Laughingstock e o canal 58. Lembro-me da proa do navio, era um rosto sorridente de madeira, com a mandíbula inferior submersa. Parecia que estava engolindo o mar e tinha aquela voz e risada terrível que lembrava aquele comediante Ed Wynn. Lembro-me particularmente quão chocante era quando eles mudaram o modelo de madeira / plástico do boneco, para a versão de espuma da cabeça falante.
mike_painter65 mike_painter65 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
ha ha eu também me lembro agora. 😉 você se lembra skyshale desta parte: “… você tem… que ir… pra dentro.”
Skyshale033 Skyshale033 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Mike Ugh, eu tive um calafrio lendo isso. Sim, eu lembro. Isso é o que o navio sempre dizia ao pirata Percy, quando havia um lugar assustador que ele tinha que ir, como uma caverna ou um quarto escuro onde estava o tesouro. E a câmera focava no rosto do navio em cada pausa da frase. “VOCÊ TEM… QUE IR… PRA DENTRO.” Com seus dois olhos tortos e aquela espuma vagabunda, e a linha de pesca que abria e fechava sua mandíbula. Ugh. Parecia simplesmente tão barato e horrível. 
Vocês se lembram do vilão? Ele tinha um rosto que era apenas um bigode acima de dentes altos e estreitos.
kevin_hart kevin_hart Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Eu sinceramente, sinceramente pensei que o vilão foi Percy o pirata. Eu tinha cerca de 5 anos quando este show foi pro ar. combustível para pesadelos.
Jaren_2005 Jaren_2005 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Aquele não era o vilão, o boneco com o bigode. Esse era o ajudante do vilão, Horace o horrível. Ele tinha um monóculo também, em cima do bigode.Eu costumava pensar que isso significava que ele tinha apenas um olho. 
Mas sim, o vilão era outro marionete. O Pega-Peles (Skin-Taker). Eu não acredito que deixavam a gente assistir aquilo na época!
kevin_hart kevin_hart Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Jesus! Jesus! O Pega-Pele. que tipo de programa infantil estávamos assistindo? Eu realmente não conseguia olhar para a tela quando o pega-pele aparecia. ele simplesmente descia do nada em suas cordas de marionete, apenas um esqueleto sujo vestindo uma cartola marrom e capa. e seus olhos de vidro que eram grandes demais para seu crânio. Cristo todo poderoso!
Skyshale033 Skyshale033 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Não eram sua cartola e capa costuradas de forma meio doida? Era pra ser supostamente a pele das crianças?
mike_painter65 mike_painter65 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
sim eu acho que sim. lembro que sua boca não abria e fechava, seu queixo simplesmente movia pra frente e pra trás. Lembro-me da menininha perguntando “porque sua boca se move desse jeito?” E o pega-pele não olhou para a menina, mas para a câmera e disse: “PRA MOER SUA PELE”
Skyshale033 Skyshale033 Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? Estou tão aliviado que outras pessoas se lembram deste programa terrível! Eu costumava ter essa lembrança horrível, um pesadelo que eu tinha. quando a musica da abertura acabava, a tela do programa ficava preta, e todos os personagens estavam lá, mas a câmera ficava apenas cortando a imagem para cada um dos seus rostos, e eles ficavam apenas gritando, e os fantoches e marionetes se contorcendo em espasmos, e apenas gritando, gritando. A menina estava gemendo e chorando como se tivesse passando por isso durante horas. Acordei muitas vezes desse pesadelo. Eu costumava molhar a cama quando eu o tinha.

kevin_hart kevin_hart 
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Eu não acho que era um sonho. Eu me lembro disso. Eu me lembro que isso foi um episódio.

Skyshale033 Skyshale033 
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Não, não, não é possível. Não havia historia ou qualquer coisa, quero dizer, literalmente, eles ficavam lá chorando e gritando o programa todo.

kevin_hart kevin_hart 
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
talvez eu esteja fabricando a memória porque você contou isso, mas eu juro por Deus que eu me lembro de ver o que você descreveu. eles só gritavam.

Jaren_2005 Jaren_2005 
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Oh Deus. Sim! A menininha, Janice, eu me lembro de vê-la tremer. E o Pega-pele gritando através dos seus dentes rangendo, sua mandíbula adernando tão selvagemente que achei que ia se soltar dos fios. Desliguei a TV e foi a última vez que eu assisti. Corri para contar ao meu irmão e nós não tivemos a coragem de ligá-la no programa novamente.

mike_painter65 mike_painter65 
Assunto: Re: Candle Cove – Show infantil local? 
Visitei hoje a minha mãe na casa de repouso. Perguntei-lhe sobre quando eu era pequeno no início dos anos 70, quando eu tinha 8 ou 9, e se ela lembrava de um programa de criança, chamado candle cove. Ela disse que estava surpresa que eu me lembrasse disso, e eu perguntei e ela porque, e ela disse: “porque eu costumava pensar como era estranho. Você dizia” eu vou assistir Candle cove agora mãe “e então você ligava a tv num canal qualquer que só tinha estática e chiados vazios, e começava a assistir uma tela chuviscada durante 30 minutos. você tinha uma grande imaginação com o seu pequeno show sobre piratas.”

 Mas afinal de contas o que terá sido Candle Cove? Talvez um caso de histeria coletiva? Um viral? Um experimento? Fica a dúvida se realmente algo tão insano e voltado ao público infantil foi ao ar…

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Red Mist ( O suicídio de lula molusco )



"Red Mist" é uma fita contendo um episódio inédito de Bob Esponja. Como a há muito tempo perdida e agora descoberta recentemente fita contendo o "Suicide Mouse", Red Mist foi criada por um animador escocês, agora preso, que queria apresentar a fita como o primeiro episódio da quarta temporada, apresentando a morte de Lula Molusco.

Red Mist começa com o Lula Molusco se preparando para praticar com a clarineta em sua casa enquanto Bob Esponja e Patrick brincam do lado de fora. Lula Molusco coloca a boca na clarineta e só consegue tocar uma nota antes de ser interrompido por alguém batendo em sua porta. Ele desce as escadas e abre a porta, encontrando um vendedor ambulante.


O vendedor, um peixe escocês gigante, pergunta se ele poderia ter um momento com Lula Molusco. Mas este diz que não está interessado e bate a porta na cara do vendedor, andando de volta para seu quarto. O vendedor bate à porta mais uma vez, e Lula Molusco abre a porta irritado. O vendedor, parecendo bem triste, diz a Lula Molusco que "a névoa vermelha está vindo" e vai embora, deixando um Lula Molusco confuso para trás. Ele volta para seu quarto e volta a praticar com a clarineta.

Depois de tocar algumas notas bem erradas, Bob Esponja e Patrick começam a rir do lado de fora, interrompendo Lula Molusco mais uma vez. Ele olha pela janela e grita com os dois, dizendo que ele precisa praticar para um concerto que teria. Bob Esponja e Patrick se desculpam com lágrimas nos olhos e vão para suas casas. Lula Molusco, incerto de si mesmo, volta a praticar com sua clarineta mais uma vez, agora sem ser interrompido.
A cena então vai se "apagando" em vermelho e permanece assim por doze segundos.

Talvez por causa de um erro, a mesma cena repete mais uma vez, o que provavelmente deve ser comum em edições básicas de animação. Entretanto, dessa vez, os olhos dos personagens foram substituídos por novos, mais realísticos e com pupilas vermelhas. Obviamente nada mais real que CGI ou animação. Não há mais áudio nessa cena, tirando alguns "cliques" ocasionais.

Depois da repetição da cena anterior, uma nova começa, com os mesmos olhos vermelhos nos personagens. Agora todos estão no teatro, onde Lula Molusco está tocando sua clarineta. Os quadros da animação "pulam" a cada quatro segundos, mas o som permanece sincronizado. Depois de uma apresentação ruim da música que ele mesmo intitulou "Red Mist", Bob Esponja e Patrick são vistos na platéia vaiando Lula Molusco, muito incomum da parte deles.

A cena se afasta, revelando que o vendedor escocês está ao lado deles, também vaiando, enquanto Lula Molusco vai embora cobrindo a cabeça com seus tentáculos. O que há de estranho é que a cena realmente o mostra voltando para casa, sem nada acontecer ao fundo, e permanece desse modo por três minutos e cinquenta segundos antes de ser abuptamente cortada para uma tela em vermelho por mais outros vinte segundos, bem quando ele volta pra sua casa.


Uma nova cena começa, com os olhos de desenho de volta. Lula Molusco está sentado em uma cadeira, em seu quarto, com um olhar perdido em seu rosto que dura trinta segundos exatos, antes de ele começar a soluçar levemente. Novamente, o áudio está ausente por quase toda a cena, até que os soluços começam. Um leve zoom no rosto de Lula Molusco também começa, apenas perceptível se você olha os quadros da cena lado a lado. O som dele soluçando começa de repente, bem alto e severo, enquanto a tela treme um pouco. A risada do vendedor também pode ser ouvida ao fundo.

Depois de outros trinta segundos, a tela embaça e se torce violentamente. Um único frame pisca na tela. Pausando exatamente sobre o frame, o espectador pode ver uma foto real de um garoto de seis anos morto, caído na floresta apenas com roupas de baixo, cujo rosto econtra-se deformado, com um olho arrancado e o estômago aberto, com as entranhas caíndo ao seu lado.
Ao lado, a sombra do fotógrafo pode ser claramente vista, juntamente com parte da mão dele aparecendo do lado direito da cena.

Depois que essa foto aparece, a cena volta para Lula Molusco soluçando, muito mais alto do que antes, e o que parece ser sangue escorre de seus olhos ao invés de lágrimas. O riso do vendedor pode ser ouvido ainda. O som de vento na floresta também pode ser ouvido em som alto, com o som de galhos sendo quebrados e de um menino gritando. Depois de vinte segundos, outro quadro aparece, agora com uma menina de oito anos morta, caída de barriga pra baixo em uma poça de sangue, na mesma floresta da foto do menino. Suas costas estão abertas e suas entranhas empilhadas sobre ela. A foto do fotógrafo também é visível.

A cena retorna para Lula Molusco, agora com os mesmos olhos vermelhos e realistas de antes, completamente em silêncio e não mais soluçando. O som da floresta também não pode mais ser ouvido.
Três segundos mais tarde os soluços voltam, agora muito mais alto e com o som da floresta de volta. Os gritos de um menino e uma menina podem ser ouvidos misturados com a música "Amazing Grace" tocada com clarineta e gaita de Foles. Enquanto isso, sete quadros podem ser vistos em preto e branco, mostrando o menino da primeira fotografia. A mão do fotógrafo pode ser vista durante a passagem dos quadros, pegando as entranhas do menino, com seu único olho restante fitando a mão do homem, e até pisca uma vez.

Corta para Lula Molusco mais uma vez, agora encarando o espectador enquanto a voz do vendedor grita "FAÇA" e "a névoa vermelha está vindo" ao fundo repetidamente. Depois de quarenta segundos, a câmera rapidamente se afasta para revelar que Lula Molusco está segurando uma arma realista, parecendo que havia sido "Photoshopada" na cena. Lula Molusco ergue o cano da arma para sua boca e atira. Sangue espirra de sua cabeça e a tela corta para estática (O famoso"chiado").

Em 7 de Novembro de 2004, depois que os storyboards da animação foram finalizados em Fife, Escócia, a fita foi entregue para os animadores e editores de som na Paramout Studios, em Hollywood, Califórnia, no meio da noite. A fita foi levada para sala de edição onde foi assistida pelos animadores e editores já citados, e mais dois residentes de dezesseis anos. A fita, que deveria ser uma edição básica do episódio "Medo de Hambúrger de Siri", começou com o título "Red Mist". Achando que era brincadeira, os animadores continuaram à assistir, descobrindo que a fita havia sido modificada com algum tipo de brincadeira maldosa.

Como resultado, três animadores (Barry O'Neill, Grant Kirkland Jr. e Alyssa Simpson) foram mandados para o hospital, um editor se aposentou (Fernando de la Peña) e um residente (Jackie McMullen) cometeu suicídio. A fita foi enviada para a polícia, que determinou que a animação havia sido criada por Andrew Skinner, um animador de Fife, Escócia. Ele foi acusado por nove assassinatos, incluindo o das duas crianças que aparecem na fita. O mais estranho, é que ao analisar os dados na VHS, a polícia descobriu que a última edição da fita havia sido feita exatamente vinte e quatro segundos antes de ser assistida pela equipe de Bob Esponja.

Uma cópia da fita foi feita (antes da polícia confiscar a original) por Chaz Agnew, escritor deste artigo e o único residente que sobreviveu aquela noite.

Não sabemos o que aconteceu, ninguém sabe. Uma investigação ocorreu para tentar descobrir a origem das fotos, mas nada foi revelado. Nenhuma das crianças foi identificada, e nenhuma prova foi coletada dos materiais.


confira :

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Rouge



As pessoas pouco passavam por este território, mais devido ao fato do clima ser muito frio, Isso entediava a "cão de guarda" do domínio do Slenderman. Ela não era biologicamente um cão, mas ela ganhou o nome por vigiar o perímetro, locomoves-se rastejando em suas vigílias como um lobo e se destacando por seus ataques aéreos. Ela usava um moletom vermelho e esfarrapado, com capuz; As mangas arregaçadas até os cotovelos, revelando ferimentos auto- infligidos que agora só restavam cicatrizes, em volta o pescoço ela usava um lenço cinza com a marca do circulo com um “X” dentro, significando que ela era um proxy, uma marionete viva do Homem esguio


Ela também tinha manchas em sua calça bege, pesados ​ COTURNOS pretos e uma máscara com horríveis atributos sombrios. Olhos pretos e vazios, um largo sorriso enigmático e manchas de sangue seco salpicado de suas vítimas anteriores, que podem causar medo e arrepio a qualquer pessoa sã. Sua característica mais destacada é suas luvas que continham afiadas garras de metal curvadas na ponta dos dedos. Todos esses recursos contribuíram para o que ela fosse à escolhida, a mais recente Proxy do Slenderman.


Rouge se arrastava pelo mato, realizando manobras e afastando restos mortais dispersos que exalavam um odor almiscaro, enquanto atravessava o nevoeiro muito bem acomodado. Para dizer a verdade, ela não sabia que tipo de caça a aguardava. Nenhum ser humano no perfeito juízo iria fazer uma viagem de caminhada tão cedo.  A Proxy mascarada parecia não encontrar nada de interessante para fazer nesse meio tempo. O outro ainda estava dormindo e ela estava de plantão para vigiar o terreno reivindicado. Ela escalou para cima das copas das árvores e encontrou um ramo robusto para lounge enquanto ela mantinha estreita vigilância de cima.


Quando o céu tornou-se um tom mais claro e o sol surgiu, não havia mais vida na floresta. Apenas o chilicar das cigarras e uma voz inconfundível de um ser humano

-Não, eu não encontrei Greg ainda querida. Estou tentando! Os policiais não estão ajudando muito e eu me sentiria um péssimo dono se não fizesse algo sobre isso... Já faz três semanas Kayla!


A voz pertencia a um homem adulto. Finalmente! Depois de semanas de espera por algo que vale a pena, Rouge posicionou-se como um predador, cravando suas garras de metal para o ramo enquanto ouvia atentamente de onde o som vinha. Uma vez que ela identificou a localização, ela agiu! Saltava de galho em galho dos topos das árvores, emitindo estridentes e agudos gritos como de um coiote. Uma vez que ela avistou o confuso, homem magro de meia idade que estava conversando ao telefone, suas risadas excruciantes cessou, apenas se movendo através das copas das árvores, galho em galho, fazendo com que as folhas caíssem em um ritmo acelerado. Ela continuou assustando e brincando com sua vítima.


Ao vê-lo encharcado de medo, foi o suficiente para incentivá-la o tormento contínuo. Enquanto se movia de uma árvore para outra, ela voltou com seus uivos semelhantes de um animal assustador, provocando arrepios na espinha do homem.


- Eu te ligo quando chegar, querida - Ele gaguejou quando clicou para encerrar a chamada e deixou o telefone cair no chão devido à mão tremula, tentando reunir coragem suficiente para produzir uma sentença coerente – G-Greg? ...Gregory? – Ele murmurou pateticamente, esperando que fosse seu ente querido desaparecido. Mal sabia ele que seu filho tinha sido vítima do Slenderman.


Depois de um tempo brincando com seus medos, ela parou em um galho resistente acima dele, pairando sobre ele e olhou para o homem, com seus olhos murchados, ocos e escuros. Ele podia ouvir o som abafado de respiração pesada que vinha acima dele. Ela sorriu maliciosamente por trás da máscara enigmática que obscurecia o rosto da predadora.


-Não olhe para cima... Ou você vai se arrepender.


Ela murmurou enquanto passava as pontas dos dedos com garras em seu outro braço, fazendo mais uma ferida fina que sangrava seu sangue fresco que caia pingando na cabeça do homem.
O perigo era pior do que qualquer coisa que ele já encontrou na vida. As características horríveis desta criatura quase a fez parecer tão desumana. Ele começou a gritar e tropeçou  para trás quando viu o horror acima dele. Rouge se lançou para fora do galho, derrubando-o no chão com seus pés sobre seu peito e começou a cortar o seu rosto, suas garras cortando a sua carne como se fosse manteiga e torceu os braços até que eles se separaram de seu corpo.

O homem indefeso começou a chorar de dor quando ele tentou lutar contra a Proxy acima dele, mas sem sucesso. Seus gritos eram apenas música para os ouvidos ímpios quando ela usou a ponta de sua garra para penetrar através de seu olho, ligando-o e puxando a esfera para fora do soquete e cobiçado-lo antes de jogá-lo de lado e fazer o mesmo com o outro olho.


Ela continuou sua tortura, até que ele deu o seu último grito de gelar o sangue que ecoou pela floresta.


- Você não deveria se perder por aqui, estranho - A assassina riu com o homem desfigurado, morto em seu próprio líquido vermelho.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Seed Eater O Devorador De Sementes



O Seed Eater (Devorador de Sementes) também conhecido como "Rag Face" (Cara de Trapo), é uma criatura originada a partir de relatos postados no blog "Seed Eater Experiences" e tem um modo de agir muito semelhante ao do The Rake e ao do Slender Man. É descrito como um ser humanoide, não inteligente; com pelo na cor café verdoso, cabelo escuro e longo, e usando uma máscara com abertura no olho e na boca. Também existem rumores de que ele tem um odor muito desagradável.

A história foi originalmente publicada por Cliff Howry, um bloggeiro Canadense que se tornou a única fonte de informação sobre o Devorador de Sementes no blog de experiencias. Muitos usuários lhe enviaram cartas com teorias e relatos de encontros com a criatura.

De acordo com os relatos enviados, a criatura se baseia em caçadas que acontecem em um tempo determinado. Durante a caçada, o Devorador de Sementes observa e captura crianças (crianças são suas principais vítimas, mas em um caso particular é um homem adulto[percebemos aqui a semelhança com o The Rake na parte da observação e semelhança com o Slender Man quanto ao fato de capturar crianças]) nas zonas rurais, e logo prossegue em comê-las. O Seed Eater é muito conhecido por cidades pequenas e isoladas ao longo dos Estados Unidos e possivelmente na fronteira com o Canadá também. Os encontros com o Seed Eater ocorrem usualmente fora da caçada, quando a criatura já não se mostra ameaçadora e meramente observa o indivíduo, movendo seus braços ou fazendo ruídos estranhos antes de fugir ou se retirar.  

Algo intrigante, foi que Cliff deixou de postar no blog em setembro de 2010, após queixar-se de ter demasiados sonhos com o Seed Eater, porém voltou a postar em 5 de abril de 2011, caso tentasse entrar no blog dele, se era direcionado a uma página dizendo que o blog estava bloqueado por tempo indeterminado, e que estão coletando informações dos visitantes dessa página, inclusive na parte inferior era possível ver seu endereço de IP, e uma mensagem dizendo que você está sendo registrado.(Atualmente, o Blog  já pode ser acessado normalmente)


Uma organização desconhecida estudou e observou o método do Devorador de Sementes e assim criou uma guia com sete passos em relação à caçada da criatura.

1 - Não cace o Seed Eater durante a caçada dele, isso servirá como fonte de provocação para este;

2 - Não interrompa sua caça, de outro modo este intruso (você, se ousar interromper) será o caçado;

3 - Não haverá tentativas de fugir de sua caça;

4 - Não haverá testemunhas sobre as vítimas ou sobre seus desaparecimentos;

5 - Não haverá representações gráficas de sua aparência ou de suas intenções;

6 - Não haverá evidências de suas intenções, exceto por esta guia;

7 - Não haverá um confronto intencional, ou seja, ele não irá atacar a não ser que você vá atrás dele.

A organização, em correlação com uma cidade pequena, se mantém cuidando do único sobrevivente à caçada do Devorador. O sobrevivente se encontra preso em um sótão de um asilo. Lugar este,  que por motivo desconhecido, o Devorador de Sementes não se aproxima.

O nome "Seed Eater" se dá ao fato de que em um dos depoimentos enviados, no qual uma testemunha narrava o ataque feito contra sua irmã, pela criatura. De acordo com ela, a última coisa que sua irmã disse, era similar a "Seed Eater (Devorador de Sementes)", deste modo, a criatura passou a ser nomeada assim.

O post final do blog de experiencias foi uma teoria quanto a natureza e a reprodução do Devorador. James, um usuário, sugeriu que talvez o sequestro de humanos adultos, possa ser para transformá-los ou forçá-los a  virar "companheiros", para poder produzir novos Devoradores.

Em algumas ocasiões, as pessoas se juntaram para procurar pessoas possivelmente sequestradas pelo Devorador de Sementes. Segundo estes, não foram usados cachorros, porém foram usadas bengalas para marcar posições, cartazes, etc. Todas as entrevistas e videos foram destruídos, assim que a busca foi prematuramente dita como encerrada. Fato que talvez se deva a "Guía de 7 Regras" perante à caçada do Devorador. Eles realmente não queriam chamar a atenção da criatura para eles... Os últimos relatos asseguram fortemente que o Seed Eater tem influencia psicológica, mental e sobre os sonhos das vítimas, onde podemos perceber mais uma semelhança com o Slender Man.

"As últimas fotos de Todd Cade (traduzido)", é o último relato escrito por Cliff, onde se fala de Todd Cade e do vídeo e áudio, em que Todd e seus amigos desaparecem pouco a pouco (um pouco parecido com Marble Hornets, porém ainda não confirmado). Cliff deixou o arquivo para download em seu blog.

Em maio, Cliff foi à cidade de Brighmount Downs, para visitar Brady, o rapaz que sobreviveu ao Devorador de Sementes. Brady possui um ferimento notável em sua garganta, provavelmente ganhada no seu encontro com a criatura. Brady deu a Cliff um livro vermelho com ideias filosóficas e informações sobre uma criatura idêntica ao Seed Eater.

As informações contidas no livro vermelho, são denominadas por Cliff de "Rituais Puros", os acontecimentos que Cliff suspeita, que tenham acontecido com Brady em sua infância e fazem com que ele não se lembre de seu encontro com o Devorador.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Socrates Wish O Episódio Perdido De Hora de Aventura



Todos vocês já devem ter ouvido falar do novo desenho do Cartoon Network, chamado "Hora de Aventura". E todos vocês provavelmente já viram a estreia... ou pelo menos acham que viram.

Eu estava acordado na sala, eram cerca de 3:30 da manhã, e eu estava assistindo a TBS. Estava passando de canais procurando algo bom pra assistir, até que me deparei com um novo episódio de “Hora de Aventura”, chamado "Socrates Wish". Nisso, coloquei no Cartoon Network, e a introdução do show já estava terminando. Encostei-me a minha poltrona, esperando para assistir o mais novo episódio da série.

O que vi foi extremamente desagradável. O episódio começou no Reino Doce, com Finn e Jake correndo para as portas principais do castelo. Eles empurraram a porta violentamente, e eu vi que a cabeça do Mordomo havia sido mordida por algum tipo de dragão que estava ao seu lado. O sangue esguichava do pescoço de PB, e o dragão olhou para Finn e Jake. Rapidamente, o dragão em questão voou para longe.

A dupla andou pelo castelo, se deparando com todos os tipos de cidadãos do Reino Doce mortos, ou apenas sentados, sorrindo ameaçadoramente. Eles passaram ao lado de Cinnamon Bun, que estava sentado e sorridente, quando de repente, ele agarra a perna de Jake. Finn tentou jogá-lo para longe, mas não conseguiu. Jake, então, ficou completamente marrom, e alguns barulhos de esmagamento podiam ser ouvidos, enquanto ele caia no chão duro como uma pedra. Depois de alguns segundos encarando o corpo de Jake, Finn, cauteloso, continuou a andar pelo castelo.

Ele chegou à parte principal do palácio. Princesa Jujuba podia ser visto vista sentada em seu trono.

"Oh, Finn, obrigado por ter vindo! Todos os meus cidadãos se transformaram em zumbis!"

Eu mal pude entender isto, devido ao fato de que o áudio estava um pouco distorcido.

"Sem problemas, princesa. Mas acabei perdendo Jake no caminho pra cá... Alguma chance de você ajudá-lo?". O áudio se distorce novamente.

"Finn, não podemos ajudar as pessoas no Japão, podemos?". Finn se aproximou.

"No Japão, mas o que--“. De repente, o trono gira rapidamente, revelando outro trono por trás dele. Nele, estava a Princessa Jujuba, toda esverdeada e com metade de seu corpo faltando. Tudo o que restava eram os ossos. Ela pulou em direção ao Finn, mordendo violentamente sua cabeça. Muito sangue escorre de sua ferida, até que Finn cai, morto.

Uma musica estranha de violino (parecia com a musica de abertura do desenho, só que mais lenta) começou a tocar enquanto alguns zumbis carregavam os cadáveres de Jake e Finn pra fora do castelo. Eles atiraram-os do penhasco, e em seguida, comemoraram. De repente, eles voltaram ao normal, mas pararam segundos depois e fixaram para o penhasco, sem se moverem. A cena abruptamente muda para preto, e então um texto branco aparece, mostrando o seguinte:

"ESTE EPISÓDIO DE HORA DE AVENTURA FOI RETIRADO DO AR PELO GOVERNO DEVIDO AO SEU CONTEÚDO IMPROPRIO. VOLTAREMOS EM INSTANTES COM NOSSA PROGRAMAÇÃO DO CARTOON NETWORK. SENTIMOS MUITO PELO TRANSTORNO.".

Foi uma experiência traumática, com certeza. Demorei muito tempo pra conseguir pegar no sono, apenas para ser acordado pela minha mãe logo em seguida: era meu primeiro dia de volta as aulas.

sábado, 11 de julho de 2015

A Historia De Sally, A Suja



O verão foi bom e quente naquele ano. O sol, como sempre, trouxe o calor de sua pele. As brisas leves que varriam o bairro faziam os dias não muito quentes ou frios. Era simplesmente o clima perfeito. Mas um verão Sally nunca vai esquecer.
Sally era uma menina, de oito anos, com longos e encaracolados cabelos castanhos, olhos verdes e brilhantes. Ela foi sempre educada, ela nunca mentiu, e fez o que lhe foi dito. Sua mãe e seu pai simplesmente a adorava, não poderia pedir uma melhor filha.
Sally riu enquanto brincava com seus amigos fora de sua casa. Vários jogos como, amarelinha e pique-pega e com sua boneca. A mãe de Sally sorriu calorosamente para a visão inocente e limpou as mãos no avental, chamando-a para dentro.
“Sally! Vamos entrar agora, é hora do almoço!” Sally olhou para sua boneca e sorriu.
“Ok mamãe!”
Sentou-se à mesa de jantar, Sally bateu levemente em seu assento, animada para quem sabe o que. Sua mãe colocou na mesa uma manteiga de amendoim e geleia, sanduíches com as beiradas cortadas. Alguns palitos de cenoura e aipo ao lado.
“Obrigada mamãe”.
“Você é bem-vinda, querida.” Como a criança começou a comer seu sanduíche, sua mãe se sentou em frente à menina e sorriu olhando ela comer. “Adivinhe! Seu tio Johnny está vindo.” Sally olhou para cima e sorriu, os cantos de seus lábios tinha vestígios de manteiga de amendoim sobre eles.
“Mmg! Jommy Munle?” Ela repetiu a sua comida. Sua mãe riu e concordou.
“Mhm. Ele está vindo para ajudar o pai com seu trabalho, e para cuidar de você também. Talvez todos nós possamos ir para o carnaval também!” Sally mordeu o resto de seu sanduíche rapidamente e engoliu.
“A Sarah e Jennie virão também?” Sua mãe olhou-se no pensamento.
“Bem, isso é com a mãe e o pai deles. Mas se eles deixarem, com certeza!” Mais uma vez a criança riu e saltou na cadeira, agora ainda mais animada nas férias de verão.
Ao longo dos próximos dias, o tio de Johnny dirigiu-se para a casa. Saindo de seu carro, o homem esticou os braços sobre a cabeça e soltou um suspiro cansado.
“Tio Johnny!” Uma voz pequena piava, ganhando a atenção do homem. Sally deixou cair a boneca que ela estava brincando e correu para o membro da família, abraçando-o.
“Heyy Sal! Como tens passado?” Ele perguntou levantando a menina com facilidade, dando-lhe um abraço caloroso. A menina riu e olhou de volta para seus amigos, que estavam acenando em sua direção.
“Eu tenho tocado com Sarah e Jennie. Vamos para dentro e dizer a mamãe que você está aqui!”
“Parece uma ótima ideia.” Ele sorriu e caminhou para dentro da casa, chamando a mulher. “Marie! Estou aqui!” Ele chamou, seguido de Sally imitando-o.
“Mama! Ele está aqui!” A dona de casa saiu correndo da cozinha e sorriu ao ver Johnny.
“Johnny, você chegou aqui são e salvo.” O homem colocou a menina no chão e deu-lhe um tapinha de fundo para mandá-la fora. E abraçou a mulher.
“É claro que sim. Porque eu não iria vir aqui sã e salvo?” Ele riu, entrando na cozinha com a mulher. Sally correu até a porta da frente.
“Certifique-se de vir antes de escuro!”
“Sim, senhora!” E fora a menina foi.
Como o jantar se aproximava, o pai de Sally chegou em casa, feliz de ver que seu irmão estava lá também. Andando com sua filha, ele caminhou até Johnny com um aperto de mão e um abraço.
“É bom te ver homem, como tem passado?” Ele perguntou cruzando os braços, observando sua esposa pôr a mesa para o jantar. Johnny deu um encolher de ombros, brincando com os polegares.
“Eu e Karen nos separamos.”
“Ah, isso é terrível, me desculpe ..” Johnny balançou a cabeça com um sorriso.
“Não, está tudo bem. Estou feliz, eu posso mover-me livremente sem ter alguém constantemente querendo saber onde estou e o que estou fazendo.” Os dois homens riram juntos, fazendo o seu caminho para a mesa para comer. “Mmm Marie, isso é maravilhoso.”
“Obrigada, estou feliz que você tenha gostado.”
“Mhm! É gostoso.” Os adultos sorriram e riram do louvor da criança.
Prato após prato estava vazio, e Sally começou a bocejar outra vez, esfregando os olhos com as mãos. A mãe sorriu e gentilmente esfregou suas costas.
“Parece que alguém está cansada. Hora de dormir!” Sally assentiu e pulou seu assento, pegando seu prato e levando-o na pia. Sua mãe levantou-se para levá-la para a cama, mas parou quando John agarrou seu braço.
“Vou levá-la para a cama.” Ele sorriu, ganhando um em troca.
“Tudo bem, obrigada John.” O homem acenou com a cabeça, olhando a mulher fazer o seu caminho para limpar os pratos. Em seguida, olhou para ver seu irmão sair para o banheiro para lavar-se, e seguiu a jovem para o quarto dela.
John sorriu e fechou a porta atrás dele, observando-a remexer sua cômoda pegando o pijama para vestir.
“Você precisa de ajuda?” Ele perguntou, olhando a menina olhar para cima e acenar. “Ok, vamos ver o que você tem.” O homem ao lado dela começou a olhar através de seus vários pijamas. “Você tem alguns de morango. Aposto que você vai cheirar como eles em seus sonhos.”. Sally riu e balançou a cabeça, indicando que não quer vestir o pijama de morango. Johnny concordou e colocou a camisa de volta, em seguida, tirou outra camisa com um unicórnio nele. “Que tal um presente? Aposto que você vai montar em um unicórnio aqui.” Mais uma vez a criança riu e balançou a cabeça negativamente. O homem soltou um bufo pequeno antes de colocar o pijama de volta. Em seguida, pegou uma camisola rosa claro regular. “Que tal isso? Ser capaz de se transformar em uma princesa com isso.” Sally olhou e bateu palmas com entusiasmo e assentiu. Colocou o vestido em sua cama, ele estendeu a mão para ela e começou a desabotoar sua camisa.
“Eu posso me vestir tio.” Ela disse com um sorriso, olhando inocentemente para as mãos em sua camisa. O homem sorriu e acenou com a cabeça, continuando a trabalhar seu caminho para baixo de sua camisa.
“Eu aposto que você pode, mas você está cansada, e por que não ter alguma ajuda?” Ele perguntou, observando Sally acenar algumas vezes. Uma vez recebendo a camisa desabotoada, ele colocou-o fora de seus ombros e deu-lhe um puxão na barriga, fazendo-a rir. Ele sorriu e tomou conta da orla de seu short e puxou para baixo. Finalmente, o homem agarrou sua camisola e empurrou a abertura sobre a cabeça, certificando-se de seus braços poderia passar as mangas. “Tudo pronto!” Ele disse feliz, vendo o sorriso menina de volta, rindo quando ela delimitada em cima de sua cama. Johnny levantou-se e pegou sua roupa, a porta se abriu e entrou mãe Sally chegou.
“Você está pronta para a cama?” Ela perguntou andando em volta da cama. Johnny olhou para cima e correu para o outro lado da cama.
“Vou guardá-la, tudo bem?” Marie olhou para ele e sorriu balançando a cabeça.
“Claro que não.” Ela olhou para a filha e inclinou-se, beijando a criança na testa. “Boa noite meu amor.”
“Mama Boa noite.” Dando à menina uma massagem suave com o polegar na testa, a mulher levou as roupas Johnny tinha e fez o seu caminho para fora da sala. Johnny sorriu para a mãe e caminhou até o interruptor de luz, sacudindo-o. Ele fechou cuidadosamente a porta de seu quarto, e trancou-a. Lentamente, ele olhou por cima do ombro para Sally. Johnny usava um sorriso, torto.
Após os próximos dias, Marie notou que Sally não estava agindo normalmente. Ela não estava sorrindo tão brilhantemente como ela fazia ou falou com a mesma quantidade de felicidade. Marie tomou pegou na mão da criança antes de ela sair para jogar com seus amigos, e levou-a para o lado. Sally olhou para a mãe com um olhar confuso.
“Querida, você está se sentindo bem?” Ela perguntou, ajoelhando-se para estar na altura da criança. Sally olhou para ela de braços cruzados, e, lentamente, começou a chorar. Sua mãe arregalou os olhos em confusão. “Sally?”
“M-mãe … eu … eu não queria t-to …” A garota conseguiu dizer que soluços.
“Não queria fazer o que querida?”
“E- .. Eu não queria tocar … Eu não queria jogar seu jogo…” A criança olhou para a mãe e a abraçou apertado. “El- … Ele tocou m-me … A-e me fez to- toca-lo!” Marie franziu a testa e gentilmente começou a acariciar o cabelo da criança, confortando-a. Levemente até acalmá-la.
“Shhh, está tudo bem. Mama está aqui agora.” Foi um pesadelo, isso é tudo. A menina teve um pesadelo assustador. “Tudo está bem agora, está bem? Não se preocupe com isso.” Ela observou Sally olhar para ela, sua respiração picada, chorando, sorriu.
“Tudo bem-mamãe ..” A mãe sorriu e beijou sua testa.
“Agora vá lavar-se, não quero jogar com os seus amigos com uma cara suja”. Sally soltou uma risadinha de pequeno porte, e correu para o banheiro para lavar o rosto.
Mais tarde naquele dia, Johnny e seu irmão voltaram para casa do trabalho. Frank suspirou, sorrindo quando viu Sally acenando para ele. O pai acenou de volta, e fechou a porta do carro fazendo o seu caminho até a casa. Johnny olhou para Sally e sorriu, acenando para ela. O sorriso da criança lentamente murcha, mostrando menos felicidade, mas acenou de volta também. Johnny também andou dentro da casa, e parou quando ouviu a conversa entre seu irmão e sua esposa.
“Sally o que?” Frank perguntou.
“Ela teve um pesadelo. Uma muito ruim. Ela disse ‘Ele tocou.”
“Bem, quem diabos é ‘Ele’!?”
“Eu não sei, Frank … Mas, foi só um pesadelo. Eu só queria informar o que está acontecendo com ela e, por que ela estava agindo diferente.”
Johnny franziu as sobrancelhas com raiva, os nós dos dedos ficando brancos. Depois, acalmou-se rapidamente, pensando rápido. Ele colocou um sorriso no rosto, e entrou na sala, fazendo parecer que ele só entrou na conversa deles e se levantou as sobrancelhas.
“Opa .. eu interromper alguma coisa?” Ele perguntou, observando o casal abanado a cabeça. Johnny sorriu novamente e manuseou de volta na direção do carro. “Eu estou indo a loja, você precisa de alguma coisa Marie?” A mulher sorriu e olhou para a cozinha.
“Sim, na verdade. Pode comprar alguns ovos, leite, pão e suco?” Johnny concordou prestes a sair, até que ele fez uma pausa.
“Sally quer ir também, só queria informá-lo.” Marie sorriu.
Ele acenou com a cabeça novamente e fez o seu caminho para fora da casa. Chaves na mão. Olhando para Sally com seus amigos, ele segurou a mão sobre sua boca.
“Sally!” A criança olhou para ele e ficou olhando. “Vamos lá, vamos para a loja!” João fez o seu caminho até o carro, gesticulando para a menina a segui-lo. Sally ficou lá por um momento, então colocou suas bonecas na grama.
“Eu vou estar de volta, por favor olhem Lilly para mim.” Jennie e Sarah sorriram, continuando a jogar o seu jogo de bonecas sem ela. Sally relutantemente fez seu caminho em torno do carro, subindo no banco de passageiros, e dobraram-se dentro “Será que mamãe quer que você vá até a loja?” Perguntou ela. Johnny concordou e colocou as chaves na ignição, ligando-a e saiu da garagem.
“Sim, ela quer alguma comida para ela. Talvez eu possa conseguir algo também.” Ele sorriu, olhando para a criança. Sally sorriu nervosamente e olhou para frente, observando a passagem pelo cenário. Assim que chegaram à estrada que leva até a loja, Sally percebeu que ele não estava a abrandar para virar para o estacionamento. Ela franziu as sobrancelhas, confusa, e olhou para ele.
“Tio Johnny, a loja é do outro lado” Ela disse apontando na direção da loja Whole Foods. Mas nada veio do homem. Ele só continuou dirigindo, um sorriso muito fraco no rosto. A criança sentou-se e olhou para além de o banco de trás, observando a loja ficar lentamente menor até que ele estava fora de vista. Percebendo que eles não estavam indo fazer compras, a criança observava o pequeno estacionamento no parque da comunidade perto da cidade. Ninguém vai ao parque aos domingos. Sally se sentia nervosa, a respiração acelerada, observando o homem com os olhos arregalados. Johnny colocou o carro no parque e virou a ignição desligada, olhando para a criança. Raiva obviamente mostrando em suas características.
“Você disse a sua mãe o que aconteceu, não é?” Ele perguntou, olhando a menina freneticamente sacudir a cabeça. “Você não está jogando o jogo certo, Sally.” Seu tom quase teve um ligeiro cantar para ele. O homem se aproximou e puxou a menina para ele, ignorando a luta que ela estava colocando seus apelos e choramingando. “Você disse que ia jogar o jogo comigo Sally, você mentiu para mim.” Abrindo a porta do carro ao lado dele o homem saiu junto com a criança e jogou-a no chão, imobilizando-a rapidamente para baixo. Ignorando os gritos e contorcendo-se inutilmente. “Você tem que ser punida agora por quebrar as regras.” Ele disse em tom de canto ligeiro, e começou a desatar o cinto.
“Um casal encontra o corpo de oito anos de idade de Sally Williams, no parque da comunidade. Na semana de longa busca pelo assassino agora está fechada.”
Ele podia jurar que tinha fechado a porta antes de subir na cama. “Acho que eu esqueci…” Levantando-se do calor e conforto de sua cama, o adolescente fez seu caminho através do quarto e fechou a porta. Antes que ele pudesse subir de volta para suas cobertas, um barulho fora, no corredor, se levantou. Eram seus pais? Eles devem ter ido olha se ele estava sem sono ou algo assim. Assim que ele tem as pernas cobertas, o adolescente parou para ouvir um som fraco de… Choro? Porém, parecia de uma criança. Subindo, lentamente, ele levantou da cama mais uma vez, fez seu caminho até a porta e abriu-a. O choro parecia ser mais alto do lado de fora do seu quarto. Espiando a escuridão o adolescente se arrastou pelo corredor, seguindo os sons do choro. Uma vez que chegou ao final do corredor, a menina engasgou. Sentada no chão, em frente à janela, era uma menina, vendo o luar. Ela estava curvado, chorando. Como ela chegou em sua casa? Através da janela? Engolindo em seco, o adolescente falou.
“Quem … Quem é você? Como você chegou na minha casa?” , Perguntou ele.
De repente, o choro parou. A criança se moveu lentamente as mãos trêmulas longe de seu rosto, e olhou para trás, contraindo-se levemente. Sangue substituído lágrimas, manchando as mãos. Houve um coágulo profundo de sangue em sua cabeça e, o sangue vazando do ferimento no seu rosto e em seu vestido de noite sujo. Seus brilhantes olhos verdes pareciam que viam através de sua alma.
“Esta é minha casa ….” A criança falou, sua voz rouca, soando como se estivesse lutando para falar. O corpo da menina contraiu e mexeu estranhamente como ela levantou-se a seus pés e se virou para o adolescente. Seus pés estavam sujos, como se ela estivesse correndo pela lama, arranhões cobriam os joelhos e pernas, e no final de seu vestido foi rasgado e esfarrapado. Sally O nome costurado na frente. Com a mão encharcada de sangue da menina sorriu, dentes manchados de sangue, enquanto falava.
“Brinque comigo …”

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A Historia De Bloody painter

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Este é o Helen, ele é um rapaz normal de 14 anos. Ele tem olhos azuis, cabelo preto, comprido, pele pálida e está sempre com olheiras carregadas como quem já não dorme a muito tempo. Eu menti sobre uma coisa, ele não é bem normal, ele não simpatiza muito com os colegas de escola passa os dias a desenhar no seu caderninho pequeno e verde. Não é que ele tenha feito alguma que o fez ficar mal visto antes. Ele simplesmente detesta as pessoas. Este é o Tom, Helen assiste Tom frequentemente a ser bullynado depois das aulas. Helen sente pena dele, não é que ele não queira ajudar-lo mas ele não é muito popular e sempre foi do gênero de nunca incomodar ninguém.

Um dia, Judy, uma das suas colegas perdeu o seu relógio. Helen não a ajudou, afinal de contas ele não tinha que a ajudar, nunca ninguém se importou com ele porquê que ele haveria de se preocupar com alguém agora? Um colega de Helen reparou num objecto reluzente na pasta de Helen, pegou nele e Judy afirmou que esse era o relógio dela. Helen sabia que não tinha posto o relógio ali ele estava a ser incriminado!

Nesse dia, Helen foi espancado pelos colegas que lhe rasgaram o seu querido libro de desenhos, disse aos seus pais e professores que ele simplesmente tinha caído das escadas pois os seus colegas nunca paravam de o vigiar. Todos os dias Helen era humilhado, um dia em que empurraram Helen, a sua pasta foi derrubada.

- Isto já não importa... - Sussurra Helen enquanto olha para um pin amarelo com 2 olhos e 1 sorriso desenhados a preto. - ...nunca mais importará. - Helen fecha a sua mão com a agulha do pin virada para cima, que perfura a sua mão direita.

Um dia Tom decidiu falar com Helen através do Facebook.

TOM: Olá Helen, tudo bem?
HELEN: Quem és tu?
TOM: Eu sou o Tom, hmm, estás bem?
HELEN: Não é da tua conta, deixa-me em paz!
TOM: Ouve.
TOM: Eu sei como te estás a sentir. Tu estás na mesma situação que eu, eu realmente quero ajudar-te, mas eu não sei como te livrar disso, se soubesse já teria me livrado disto à muito tempo... desculpa...

Passado algum tempo Tom e Helen começaram a dar-se muito bem. Foi difícil, pensou Helen, mas finalmente conseguiu, às vezes até conseguia dizer 1 piada ou duas, Helen tinha feito um amigo. Helen usava sempre um smile sorridente para expressar a sua felicidade ":)". Um dia Tom pediu para se encontrarem, Helen seguiu as instruções de Tom e encontraram-se lá.

HELEN: Olá Tom. Como é que estás amigo?
TOM: Tenho algo a te dizer... ALGO IMPORTANTE! Lembras-te do incidente do suposto roubo causado por ti? Eu fui o culpado!
HELEN: O quê? Como? Eu confiei em ti...
TOM: Deixando de ser uma vítima, eu só tenha de me portar bem e talvez consiga sobreviver mais um ano nesta maldita escola. Era um plano perfeito!
HELEN: Como é que foste capaz?!
TOM: Acalma-te! Eu vi dizer-te isto porque eu realmente me sinto mal pelo que fiz, por favor perdoa-me.

Tom afasta-se de Helen e cai de costas. Helen rapidamente segura-o:

HELEN: Apanhei-te, eu puxo-te para cima!
TOM: Helen?!
HELEN: Cuidado!
TOM: Helen, tu não tens suficiente força para me segurar durante muito tempo e vais acabar por cair também, deixa-me cair.
HELEN: Eu não posso!!!

Tom larga a mão de Helen.

TOM: Desculpa-me, Helen... eu lamento muito...

Tom estatela-se no chão enquanto a polícia chega. Eles entrevistaram o Helen mas ele estava demasiado assustado para dizer alguma coisa. Helen, mais uma vez, passa a ser assunto de conversa por entre os estudantes. Alguns pensam que Helen atirou-o do telhado da escola, mas a maior parte das pessoas pensa que Tom estava a cometer suicídio e o Helen falhou ao tentar salvar-lo pois viram-o a segurar a mão de Tom.

Helen quando voltou para casa, foi para o quarto chorar a culpa estava a crescer dentro dele, o pensamento que podia ter feito qualquer coisa a mais para salvar o seu amigo. Até que de repente esse pensamento é interrompido por outro muito mais obscuro, "A culpa não é minha se o Tom morreu, ele merecia morrer", esse pensamento fez Helen sentir-se muito melhor. O seu choro de lamento passou a ser um sorriso obscuro.

Os colegas de Helen decidiram fazer uma festa no dia de Halloween, mas não é para celebrar o Halloween, é só para terem os seus amigos juntos numa festa. Como é óbvio, Helen não foi convidado para a festa. Uma noite antes do dia de Halloween, Judy e Maggie estavam a mandar mensagens uma à outra pelo Facebook. Ambas dormiam no dormitório da escola e o quarto da Judy é mesmo a seguir ao da Maggie.

JUDY: Quem é que vem a nossa festa?! Estou estão excitada quanto ao dia de amanhã!
MAGGIE: A maior parte dos alunos da nossa turma vão estar lá. Mas eu mandei mensagens ao Ban tantas vezes, e mesmo que todas as mensagens que eu mandei tenham sido lidas ele não me responde, qual é o problema dele?
JUDY: Provavelmente ele está a trabalhar!

MAGGIE: Judy, estou assustada....  Eu estou a ouvir passos vindos da minha porta durante muito tempo.... Eu acho que alguém está a andar pelo dormitório.
MAGGIE: Espera que eu vou usar o buraco da porta para ver quem é.
MAGGIE: O meu deus!! Está um homem lá fora com uma máscara branca, um casaco azul , a segurar numa faca e ele está cheio de SANGUE!
MAGGIE: Merda ele está a bater à porta!
MAGGIE: Oh meu deus, oh meu deus, oh meu deus... !!!
JUDY: Acalma-te e encontra uma arma ou algo parecido.
JUDY: Protege-te!
MAGGIE: Ele esta a rodar a maçaneta, boa, pelo menos eu lembrei-me de fechar-la.
MAGGIE: Estou tão assustada!
JUDY: Maggie
MAGGIE: O que é que eu devo fazer?
JUDY: Maggie, ouve-me!
MAGGIE: SALVA-ME.
JUDY: Maggie, acalma-te.
JUDY: Maggie.
JUDY: Maggie?
JUDY: Maggie?!

Judy ouviu a sua porta a abrir-se e começou a sentir uma dor horrível no estômago. Uma pessoa ensanguentada com um casaco azul e uma máscara branca tinha a esfaqueado.

Nesse dia todos os estudantes que se encontravam nos dormitórios foram assassinados, esfaqueados até à morte. Ninguém sabe como é que o assassino conseguiu entrar nos dormitórios. O assassino utilizou o sangue das vítimas para pintar as paredes do dormitório, sendo a maior parte das pinturas um sorriso comum ":)". Helen Otis, está desaparecido.

JUDY: Não estejas excitada pelo amanhã, pois não haverá nenhum amanhã.

Estas palavras foram escritas depois da morte de Judy, apesar de tudo, o assassino ainda está por identificar!